20 outubro 2013

Vinicius de Moraes: O Poetinha

Oi minhas bananas com cheiro de canela e eu nem gosto de canela, mas o trident é muito gostoso
Estava com saudades.
Enfim, todos sabemos que ontem foi comemorado 100 anos desde o nascimento de Vinícius de Moraes, ou para os íntimos Marquinhos fndksjfnlksdmfklsdf sacanagem, é porque seu nome de nascimento foi " Marcus Vinicius de Moraes". 



Posso começar dizendo o quanto eu sou apaixonada por todos os trabalhos dele. Ele teve uma visão, um entendimento do amor, que para mim, foi absurdamente lindo. 
Claro que podemos atribuir tudo isso a sua velha fama de conquistador, mulherengo, levando em consideração que o dito cujo se casou 9 vezes. É meus caros, e vocês ai querendo só um namorado. 
Ao longo desse post, eu vou colocar as obras das quais mais me afeiçoei e tentar mostrar para vocês o trabalho maravilhoso que esse homem realizou em seus curtos - na minha opinião - 67 anos de vida.

Vinicius foi um diplomata - tendo sido  vice-cônsul em Los Angeles-, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro. Era conhecido como "Poetinha",esse apelido lhe foi atribuído por Tom Jobim, um dos seus maiores parceiros em obras. Ficou mais famoso por seus sonetos, mas era um poeta lírico, e em suas obras podemos encontrar cinema, teatro e literatura. Nasceu no bairro da Gávea, Rio de Janeiro terrinha de moá, que orgulho.



Carreira Literária: 

Publicou os livros Cinco Elegias (1943) e Poemas, Sonetos e Baladas (1946); obra ilustrada com 22 desenhos de Carlos Leão.


" O volume, feito com a ajuda de amigos como  Manuel Bandeira e Aníbal Machado – é dedicado a Otavio de Faria, Mario Vieira de Mello e José Arthur da Frota Moreira, amigos da juventude, aqueles que o levaram à poesia. Cinco Elegias fecha um período de Vinícius, publicando poemas que foram escritos ou iniciados ainda em 1937 e, seis anos depois, ganham corpo no livro. "


" No livro, o poema “Balada do Cavalão” é concebido – ou inspirado – nas visitas que Vinícius fazia à casa de Carlos no Morro do Cavalão, em Niterói. Foi justamente com Carlos que Vinícius fez seu livro em 1946. Com 22 desenhos do amigo e 47 poemas de sua lavra, a editora paulista Gaveta, do pintor Clóvis Graciano, lança em sua primeira edição o reduzido número de 371 exemplares – o que as transformou hoje em dia em raridades de colecionador. O livro é mais um passo rumo à popularização e à qualificação pública do poeta maduro e pleno de recursos que Vinícius se tornara nos últimos anos. Afinal, um livro que abre com “Soneto de Fidelidade” e fecha com “Soneto de Separação” já mostrava seu impacto para a o presente e o futuro de nossa poesia. Vale ressaltar que, em 1974, o crítico Afrânio Coutinho organiza a Poesia completa e Prosa de Vinícius para a editora Nova Aguilar e, com a concordância do autor, batiza o mesmo livro com o nome O cotidiano. "

" Soneto de Separação "

Carreira Jornalística:

"Comecei a fazer jornalismo em "A Manhã", como crítico cinematográfico e a colaborar no Suplemento Literário ao lado de Rineiro Couto, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Afonso Arinos de Melo Franco, sob a orientação de Múcio Leão e Cassiano Ricardo." 
Vinicius de Moraes

"Jornal A Manha" 

Atuando como jornalista e crítico de cinema em diversos jornais, Vinicius lançou em 1974, com Alex Vianny, a revista Filme.

Vinicius de Moraes e Tom Jobim

Carreira Teatral: 



 Em 1954, publica sua peça teatral Orfeu da Conceição, premiada no concurso do IV Centenário de São Paulo e publicada na revista Anhembi. Dois anos depois, quando Vinicius buscava alguém para musicar a peça, e aceitou a sugestão do amigo Lúcio Rangel para trabalhar com um jovem pianista, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Tom Jobim), que não época tinha 29 anos.




Carreira Musical: 

No fim da década de 1920 Vinicius de Moraes produziu letras para dez canções gravadas - nove delas parcerias com os Irmãos Tapajós. Seu primeiro registro como letrista veio em 1928, quando compôs (com Haroldo) "Loira ou Morena", gravado em 1932 pela dupla de irmãos.Foram também gravadas outras canções de sua autoria, como "Dor de uma Saudade" (composta com Joaquim Medina), gravada em 1933 por João Petra de Barros e Joaquim Medina, "O Beijo Que Você Não Quis Dar" (composta com Haroldo Tapajós) e "Canção da Noite" (composta com Paulo Tapajós), ambas gravadas em 1933 pelos Irmãos Tapajós e também "Canção para Alguém" (composta com Haroldo Tapajós), gravada pelos mesmos um ano depois.
Do encontro entre Vinícius e Tom nasceria uma das mais fecundas parcerias da música brasileira, que a marcaria definitivamente. Os dois compuseram a trilha sonora, que incluía "Lamento no Morro", "Se Todos Fossem Iguais A Você", "Um Nome de Mulher", "Mulher Sempre Mulher" e "Eu e Você" e foram lançadas em disco por Roberto Paiva, Luiz Bonfá e Orquestra.Além destas canções, a dupla Vinicius e Tom compuseram, entre outros clássicos, "A Felicidade", "Chega de Saudade", "Eu sei que vou te amar", "Garota de Ipanema", "Insensatez", entre outras belas canções.
 Vinicius registrou pela primeira vez sua voz, em um álbum contendo os sambas "Água de Beber" e "Lamento no Morro", novamente parcerias com Tom Jobim. O poeta teria também um novo parceiro naquele período, o cantor, compositor e violonista Carlos Lyra. Com ele, Vinicius iria compor clássicos como "Você e Eu", "Coisa Mais Linda", "A Primeira Namorada" e "Nada Como Te Amar".


"Eu sei que vou te amar " 
não reparem na minha letra meus pequenos padawans 


Vinicius de Moraes e Maria Bethânia, 1966


" Existiria verdade,
Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo iguais a você "
(Se todos fossem iguais a você) 

"Insensatez"

Bom, espero ter resumido um pouco a vida dele, e fico absurdamente feliz em ter tido a oportunidade de mostrar essas obras para vocês, vou terminar com a minha musica favorita dele. 

"Eu não existo sem você" 

- Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim, que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe, que a distância não existe
Que todo grande amor, só é bem grande se for triste, 
Por isso meu amor, não tenha medo de sofrer, pois todos os caminhos me encaminham
pra você [...]
Assim como viver sem amor não é viver
Não há você sem mim, eu não existo sem você.

Ps: Eu gostaria de dedicar essa última musica p minha amiga Aline Raquel, que todos vocês conhecem como administradora aqui do blog assim como eu. Eu te amo sua idiota. Eu não existo sem você. 

Fontes: Wikipédia
             Vinicius de Moraes
             Terra







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